sábado, 24 de novembro de 2007

O Globo Online inova com portal de notícias para celulares

Gilson Gomes

O Globo Online lança seu mais novo produto: um site mobi, projetado especificamente para celulares.

A principal vantagem é que todos os recursos típicos de um site internet "normal" podem ser encontrados no telefone. É o que acontece no "globon.mobi". que poderá ser acessado por qualquer operadora. O celular só precisará ter a opção de navegação pela Internet. O custo de navegação varia de acordo com cada operadora.O endereço é http://globon.mobi.

Os leitores terão acesso as principais notícias, poderão fazer comentários sobre as matérias em blogs, recomendar reportagens aos amigos, participar dos debates nas páginas dos colunistas e enviar conteúdos para o Eu-repórter e virar repórter por um dia, que é uma seção participativa do site. É só fazer o texto, o áudio, a foto ou o vídeo e enviar direto do aparelho para o e-mail eu-reporter@oglobo.com.br, indicando o assunto "eureporter". A matéria poderá ser publicada depois de ser analisada pela equipe do site.

"Com o Eu-repórter, acreditamos estar incentivando a pessoas a participarem mais do site, estimulando a interatividade, pois qualquer um a partir de qualquer acontecimento fora do normal, poderá ter sua matéria publicada. Nós ainda não temos os números de quantas pessoas já acessaram o globon.mobi.A equipe de tecnologia é a mesma do Globo Online,o conteúdo é o mesmo, não há redução de caracteres para o celular. Ainda estamos nos adaptando, pois só mais tarde entrará os vídeos",explica Cilene Guedes editora de capa do Globo Online.

quarta-feira, 21 de novembro de 2007

Convergência das Mídias

Ramon Mello

Com apenas oito anos de idade, o Google fatura mais de US$ 10 bilhões por ano. O valor de uma única ação ultrapassa US$ 483! E, pelo visto, ela só tende a crescer, pelo menos no que depender dos usuários do Orkut e do You Tube – as poderosas ferramentas do Google.

Basta uma rápida pesquisada tanto no Orkut quanto no YouTube, para conferir que a convergência dessas mídias cresce numa velocidade absurda. No site de relacionamentos há cerca de 450 comunidades sobre o tema, entre eles se destaca a ‘You Tube™ youtube vídeos ‘– a comunidade mais lotada, com aproximadamente 95 mil membros.

Para a professora de Yoga e modelo Daniela Bado, 32 , essa interação entre as mídias é bastante positiva:

“Acho importante essa integração para adicionar mais personalidade ao perfil ou para quem acha importante tornar o perfil mais sedutor. É muito fácil usar essas ferramentas, não é necessário muito conhecimento para ter acesso a tudo dentro delas”, diz Daniela, moderadora da You Tube™ youtube vídeos.

Com a mesma velocidade em que as comunidades são criadas, o número de vídeos postados no YouTube cresce a cada dia. E a expectativa é que a ferramenta cresça cada vez mais e seja adaptada às necessidades do usuário.

O diretor de comunicação do Google, Félix Ximenes, em entrevista ao portal Click 21, afirmou que o You Tube tem mudado bastante com o avanço da tecnologia.

“Ele foi criado para ser um site de compartilhamento de conteúdo original, conteúdo pessoal. Mas, como qualquer vídeo pode entrar, o poder está na mão do usuário", finaliza.

Portais de comunicação ajudam a pesquisar notícias

Gustavo Cordeiro

Comunicar é a única função de um jornalista, não importa que atividade ele exerça: reportagem, assessoria, relações públicas, editor. Sua função é levar a notícia, ou informação, para o público.

Mas e quando o jornalista precisa se “intercomunicar”, encontrar informações pertinentes a assuntos, pautas ou a classe? Atualmente, com a ajuda da Internet, essa necessidade pode ser suprida de forma simples e rápida, através de dos portais especializados.

Usando Portal Imprensa (http://portalimprensa.uol.com.br), Maxpress (http://www.maxpressnet.com.br/), Comunique-se (http://www.comunique-se.com.br/), só para citar alguns, o profissional encontrará notícias que não foram publicadas nos meios de massa, informações sindicais e sobre legislação, colunas, pontos de vista e assuntos mais específicos.

No Maxpress, por exemplo, é possível encontrar uma relação de empresas de comunicação cadastradas em todo o território nacional, como JB, Reuters, Kyodo. Nesse cadastro, que também pode ser acessado a partir do Portal Imprensa, constam endereço, telefone, home Page e e-mail de contato das instituições.

O Comunique-se fornece, além de conteúdo próprio, uma série de links úteis, como sindicatos estaduais e regionais, outros portais, associações. Por ele é possível chegar ao Observatório da Imprensa (http://observatorio.ultimosegundo.ig.com.br), principal “Ombudsman” da categoria, que aponta erros e acertos da imprensa.

A imprensa especializada pode contar com portais exclusivos, como Enfoque (http://www.enfoque.com.br/), sobre economia e até mesmo governamentais, como o da Secretária de Segurança Pública(www.ssp.rj.gov.br) e do IBGE(www.ibge.gov.br), que trazem estatísticas sobre segurança e sobre a população em geral, respectivamente.

domingo, 18 de novembro de 2007

Jornalismo em microblogs

Gilon Gomes

O microblog é uma ferramenta que permite atualizações rápidas e curtas e, se possível, a partir de uma variedade de suportes diferentes.O Twitter existe desde o ano passado. Criado em março de 2006 e tornado público em agosto do mesmo ano pela Obvius que teve um crescimento rápido no mundo inteiro.

No Brasil, o site começou a se tornar popular no começo de 2007. É possível atualizar o Twitter, pela web, por instant messaging (IM), ou até pelo celular – por short message service (SMS) ou internet móvel. Há outras ferramentas de microblog na web, como oPownce e o Jaiku, mas o interessante do Twitter é a limitação de espaço.
As micropostagens não podem ultrapassar 140 caracteres, é o mesmo tamanho máximo para o envio de uma mensagem de celular por SMS. A idéia original do Twitter é a de se postar o que se está fazendo no momento.
A parte mais interessante do Twitter é o fato de que sua utilização, está servindo como ferramenta jornalística. Várias empresas jornalísticas já utilizam o Twitter para transmitir notícias: o New York Times, a CNN, nos Estados Unidos, e o BBCBrasil e o IG, no Brasil.

"O twitter se tornou uma ferramenta importante para o meu trabalho, pois como sou fotografo, toda vez que acontece algo de interessante, meus amigos me ligam para que possa registrar algum acontecimento que pode render uma boa foto para ser publicada nos jornais", revela Carlos Fonseca que trabalha como freelancer para vários jornais.

quarta-feira, 14 de novembro de 2007

Mídia on line mudou o mercado de jornalismo

Cristiano Freire

A mídia na web surgiu com o crescimento da internet nos anos 90, principalmente no jornalismo. À medida que se notou a possibilidade em fazer sites de conteúdos jornalísticos, muitos jornais começaram a produzir suas notícias on line. Se notou que poderia ser um mercado com grande potencial.

Não deu outra, os jornais eletrônicos viraram um grande sucesso. Com o passar do tempo, todo jornal se viu com a obrigação em criar seu próprio espaço on line, nascia então o Jornalismo On line – com linguagem dinâmica, interativa, atualizado em tempo real.
Segundo Tiago Fontes, jornalista formado pela PUC, atualmente trabalhando como web designer, jornalismo on line é um divisor de águas que caracterizou novas mudanças no jornalismo.

“O jornalismo on line mudou a cara do jornalismo. Tanto na estrutura jornalística, que viu um novo componente nascer, quanto no mercado profissional da área que gerou milhares de empregos no setor.”

A agilidade do conteúdo produzido, muitas vezes, facilita o surgimento de erros de impresso grotescos, que dificilmente passariam por um editor de jornal impresso.


terça-feira, 13 de novembro de 2007

Jornalismo Investigativo ganha mais dois livros

Roberta Zimmermann


Depois do lançamento do livro “10 reportagens que abalaram a ditadura”, organizado pelo jornalista e diretor da ABRAJI, Fernando Molica, a editora Record lança o segundo volume da Coleção Jornalismo Investigativo, “50 anos de crimes” também organizado pelo jornalista. Da mesma forma que no primeiro livro, Molica apresenta os casos trazendo relatos dos jornalistas que acompanharam cada caso na época, e também, a reprodução das reportagens publicadas. Diferentemente do primeiro livro, o jornalista não se prende a um determinado momento da história, a ditadura, e sim a um período da história brasileira compreendido entre as décadas de 50 e os dias atuais. Casos como “A morte de Aida Curi” ocorrido em julho de 1958 em Copacabana, “Esquadrão da morte: Fininho e Mariel”, uma organização surgida nos anos 60 que combatia o crime à margem da lei comandada pelo policial Mariel Moryscötte de Mattos e “PCC: O ovo da serpente”, uma organização criminosa surgida em 1993 no Carandiru, contam a história do país sobre o ponto de vista dos seus crimes mais famosos.
Outro livro que aborda o assunto jornalismo investigativo é “Crimes que abalaram o Brasil”, da editora Globo. O livro apresenta sete casos mostrados no programa Linha Direta Justiça, da Rede Globo, que geralmente vai ao ar na última quinta-feira do mês. As reportagens são dos jornalistas Marcelo Faria de Barros e Wilson Aquino, repórteres do programa. Para transformar o que foi mostrado nas reconstituições do programa em texto para o livro foram chamados os jornalistas George Moura e Flávio Araújo.
O texto apresentado nas matérias no programa é mantido, sendo que as reportagens são revistas e ampliadas pelos organizadores da obra. Casos como “Chico Picadinho”, “Fera da Penha”, “Crime do Sacopã”, “Dana de Teffé” e outros são contados com riqueza de detalhes, incluindo diálogos, o desfecho e a situação atual dos principais envolvidos. No posfácio do livro, o diretor geral do programa, Milton Abirached, afirma que o objetivo da obra é contribuir para uma análise das transformações nos conceitos de segurança pública e de direitos humanos ao longo do tempo.

Serviço:
Crimes que abalaram o Brasil
AQUINO, Wilson e Marcelo Faria de Barros
Ed: Globo / 326p
Preço: R$ 32,00

50 anos de crimes
MOLICA, Fernando
Ed: Record / 546p
Preço: R$ 50,00

quinta-feira, 8 de novembro de 2007

A Idade certa para iniciar na academia

Ricardo Corrêa
Na verdade não existe idade certa para começar uma atividade física nas academias, como a musculação. Existe sim, o treino certo para cada idade e os objetivos que cada pessoa deseja. “A musculação pode ser praticada tanto por adolescentes quanto por idosos e todos terão um ótimo resultado, desde que seja sempre orientado por um profissional da área e um médico que possa atestar o paciente para tal função”, afirma Raphael Lobato, professor de Educação Física.

De início, deve-se fazer um exame de resistência física com um médico especializado, antes de submeter-se aos exercícios de musculação. Depois procurar a ajuda de um profissional de esporte para dimensionar as cargas adequadas à pessoa. A idade mínima pode ser considerada em torno dos 12 anos, mas antes dos 16 não é interessante porque fazer exercícios pesados pode ser prejudicial à saúde.

Segundo Raphael, a idade final do desenvolvimento matural do coração humano se dá em torno dos 20 a 21 anos, sendo assim, o ideal seria começar as atividades após essa idade. “Mas a maioria dos jovens quer ficar com corpos esculturais e desconsidera essa marca”, comenta.

Para Fábio Ignácio de Souza, 16 anos, que começou a praticar musculação aos 13, foi muito bom iniciar cedo. “Eu fiquei melhor, perdi gordura e adquiri massa corporal. As meninas acham que tenho 19 anos porque meu corpo desenvolveu bastante, em todos os sentidos”, diz.

Deve-se levar em consideração que o principal temor é sobre o desenvolvimento ósseo precoce, se os músculos forem forçados. Os ossos precisam de estímulos de tração e compressão para crescerem e fortificarem, porém os estímulos não podem ser exagerados e, por essa razão, necessita-se de um profissional do esporte.